Contos Eróticos – Dicionário do Sexo

Contos Eróticos

Textos eróticos produzidos especialmente para o Dicionário do Sexo.

Uma Conversa Íntima [Contos Eróticos]

A: Olá, meu amor. Sinto sua falta. Estou sozinho em casa e meus pensamentos estão completamente tomados por você.

B: Olá, meu tesão. Eu também sinto sua falta. Estava esperando por essa mensagem. O que você está usando agora?

A: Estou apenas com aquela lingerie preta que você adora. Mal posso esperar para tirá-la mais tarde… pensando em você me despir, peça por peça.

B: Uau, isso me deixou excitado instantaneamente. Estou imaginando suas mãos deslizando sobre meu corpo. O que você faria primeiro?

A: Eu começaria beijando seu pescoço suavemente, descendo até seus seios, lambendo cada centímetro. Enquanto isso, minhas mãos explorariam cada parte de você, sentindo sua excitação crescer.

B: Isso me deixa tão molhada… Eu te sentiria mais fundo, gemendo alto enquanto você me leva ao limite.

A: Eu não resistiria ao seu gemido e continuaria, descendo até encontrar o ponto mais sensível do seu corpo. Eu o tocaria suavemente, depois aumentaria o ritmo até você implorar por mais.

B: Oh, sim! Eu imploraria por mais, por você dentro de mim. Você saberia exatamente como me fazer gozar… repetidamente.

A: Você é tão deliciosa, meu amor. Mal posso esperar para transformar cada uma dessas fantasias em realidade. Vou te fazer gozar tão intensamente que você vai implorar para que eu pare… mas eu não vou parar.

B: Não, por favor, não pare. Eu quero mais de você. Eu quero tudo de você, agora e sempre.

A: Eu prometo te dar tudo de mim. Esta noite será nossa, uma noite de paixão e êxtase. Eu te amo mais do que as palavras podem expressar.

B: Eu também te amo, mais do que qualquer palavra ou gesto pode mostrar. Estou contando os segundos até podermos nos perder um no outro.

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Na praia, na chuva [Contos Eróticos]

Esperamos aquela viagem por muito tempo. Passamos o ano todo planejando, imaginando quais restaurantes a gente iria visitar, quais passeios iríamos fazer. Estávamos extasiados.

Viajamos de carro. A estrada é parte do passeio e dá uma liberdade que o conforto do avião não compra. Passamos por várias cidades e várias situações que vou contar em outro texto. Este texto é sobre praia e chuva.

É, eu sei que não é uma boa ideia ficar na praia durante uma chuva, mas a gente já estava viajando há um tempão e precisávamos parar. Saímos da estrada para o primeiro camping que encontramos. Não estava chovendo então não tivemos problemas em montar nossa barraca.

Já era tarde da noite e não tinha nenhuma atividade na cidade, mas a gente não estava com sono, apesar de cansados, então fomos das um passeio na orla, esticar um pouco os músculos. Não levamos nada, apenas as roupas do corpo e chinelos nos pés. Estava uma noite agradável de lua nova, os olhos precisavam de um tempo para começar a enxergar direto. Acho que nos afastamos no máximo uns quinhentos metros do camping e sentamos na areia para apreciar o barulho do mar.

As ondas quebrando, a noite escura, nós na areia. Não tinha mais ninguém na praia. Começamos a nos beijar. Sentados um do lado do outro, passei a mão por trás do seu pescoço e enrosquei os dedos em seus cabelos. Percebi que o arrepio tomou conta dos seus braços. Até aquele momento eu pensava apenas em dar um beijo na minha amada para comemorar o dia gostoso que tivemos, mas quando senti sua boca esqueci de qualquer coisa, só queria sentir sua pele na minha.

Enquanto segurava seus cabelos, com a outra mão levantei a camiseta que ela usava e procurei seus peitos. Senti inteiros na minha mão. Primeiro um. Passei a mão sentindo toda sua extensão. Pelas laterais por fora, depois por dentro e por baixo, então com a mão bem espalmada, centralizei o mamilo e apertei forte. Fiz o mesmo com o outro peito também. Estava quente, macio, convidativo como sempre. Não poderia deixar de chupar cada um como se fosse a primeira vez. Pedi pra ela cuidar se viesse alguém, tirei sua camiseta e deixei que minha boca encontrasse por si só o caminho dos seus mamilos. Ela segurou minha cabeça e forçou contra seu corpo.

Tirei sua blusa. Ela alertou:

– Estamos no meio da praia.

– Não tem ninguém além de nós dois. E se tivesse, você se importaria?

– Deixar um estranho assistir a gente namorando? Que loucura!

Senti aquele arrepio em seu corpo novamente. Seus mamilos duros. Um na minha boca, outro na minha mão. Passava a língua para cima e para baixo, dava voltas. Não demorou, ela se deitou na areia. Relaxou. Eu desci beijando seu corpo até a cintura. Abri o botão do short e tirei junto com a calcinha. Senti sua pele lisa com o rosto. Beijei aquele espaço entre o umbigo e a boceta todinho. Quando ia abocanhar aquela boceta todinha com a boca de uma só vez, começou a chover! Assim, de repente! Uma chuva forte de verão, daquelas que cai sem dar nenhum sinal. Até cinco minutos atrás não tinha uma nuvem sequer no céu. Ou talvez não tenhamos visto, apenas.

Resolvi que era hora de uma brincadeira. Recolhi suas roupas e corri em direção ao acampamento!

“Ah, não! Volta aqui!”, disse ela se levantando e rindo muito. “Eu não, você que me alcance!”, respondi e parti para a barraca.

Cheguei muito molhado e tive que tirar a roupa antes de entrar na barraca para não molhar tudo. Ela entrou depois de mim.

“Besta!”, me disse, me fazendo deitar e subindo em cima de mim. A chuva não amoleceu meu pau, que continuava duro, e acho que ela não deve ter secado entre as pernas porque ela sentou de uma vez em mim e eu entrei fácil dentro dela.

Chovia forte lá fora. Dentro da barraca ela rebolava em cima de mim. Dentro dela, meu pau pulsava. O movimento do seu quadril é único, ninguém mais sabe fazer daquele jeito. A cabeça do meu pau esfrega dentro dela e consigo sentir ela toda por dentro, entrando fundo enquanto esfrega o clitóris na minha pele.

Ela aumenta o ritmo, aumenta a respiração, aumentam nossos gemidos. Minhas mãos seguram seus peitos enquanto ela cavalga cada vez mais rápido, cada vez com mais vigor, acelerando o rebolado. Ela geme cada vez mais alto, eu também. Estamos em um camping, sozinhos, sob a chuva. Ela grita de tesão no momento em que eu dou um pequeno tapa no seu rosto. Isso foi o suficiente para desencadear seu gozo. Ela puxa o quadril pra cima, tirando o meu pau de dentro dela e goza na minha cara, esfregando o clitóris em uma siririca frenética.

Depois de respirar um pouco ela se ajeita para me chupar. Pega o meu pau e enfia na boca. Com a mão segura firme, com a língua, lambe e chupa. Eu estou pronto para gozar na cara dela, mas ela não quer bagunça na barraca, então põe só a cabeça do meu pau na boca e bate uma punheta enquanto eu gozo na sua língua. Engole tudo. Me beija. Pegamos no sono.

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